sexta-feira, 21 de junho de 2013

Apolo e Dafne

De uma porta o poeta sai
a pregar boas novas
a urgência se dissipa
modifica o atual
enredado em aparências
diga o dia irá mudar
digo o sempre vira não
digeriu o animal

coração que não me bates
em Apolo vejo a mim
vejo em uma então a Dafne
mas não há louro no fim

não há nada se Prometeu não promete o fogo
Prometeu inclusive injusto:
Natural o de alguns reprimido o de outros

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