quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Ensaio Sobre A Certeza

Sobre o ethos não quero falar
pois ainda há de se ponderar
mas com este ensaio vem o despertar de uma chama
com a leitura anterior do Fedro.
Sente-se a mente como algo mais polido.
Deve-se considerar que é, ainda, fruto da descoberta do significado da ponderação.
Lembrei de uns desenhos animados
nos quais animais pensam e conversam
e em seu pensamento encontram
símbolos católicos de bem e mal
que se metem a dar opinião.

Lembro-me de algumas aulas e faço uma comparação do nosso precioso passado com os dias de hoje:
Recordo-me do parnasiano que procurava a forma perfeita.
Pois veja neste ensaio um pouco de parnasianismo moderno.
Mas só um pouco.
Talvez nada.

Voltando ao assunto do ponderar, elogio a intuitividade, o agir rapidamente.
Deixei-me vagar novamente.

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